Prédio histórico no centro de São Paulo recebe inscrições para artistas ocuparem seus ateliês

Coletivo Ouvidor 63 durante encerramento da Ocupação #1 (Felipe Gabriel/Red Bull Content Pool)

O Red Bull Station promove a quarta edição do programa OCUPAÇÃO, que incentiva artistas e coletivos para ocupar espaços do prédio a fim de inspirar, conectar e transformar a energia criativa da capital paulista. O espaço de compartilhamento, vivência e intercâmbio de experiências oferece cinco vagas para artistas, coletivos, grupos de estudos, criadores, gestores e/ou produtores culturais utilizarem o edifício no período de 20 de fevereiro a 20 de março.

As inscrições para a OCUPAÇÃO #4 podem ser feitas até dia 27 de janeiro por meio do formulário disponível aqui. A seleção será realizada pela equipe do Red Bull Station, com objetivo de contemplar um grupo plural de participantes e projetos. Os selecionados devem ser atuantes nos campos de arte urbana, design e inovação social e seus nomes serão divulgados em 6 de fevereiro de 2019.

Em 2018, as três edições do programa OCUPAÇÃO receberam 360 inscrições. Na primeira edição, passaram os projetos AddWomen, CHRUA, Coletivo Ouvidor 63, Coletivo Abebé e Drag Therapy. De acordo com Flávia Redivo, do Coletivo Ouvidor 63, “a experiência de poder dividir as dificuldades e ter um suporte foi muito importante para evoluirmos ainda mais as nossas ideias e ações”. 

Já a segunda edição do programa recebeu Coletivo Magenta, Festival A Todo Vapor, Filipe Grimaldi e Phenomenal Creative. O músico e produtor Rafael Lopes, do Festival A Todo Vapor, acredita que o Red Bull Station foi fundamental como espaço físico de convergências. “Durante o mês da ocupação, foi ali que o festival encontrou seu QG”.

Júlia Vianna e Ana Luiza Meigger, da Coralina. Crédito: Felipe Gabriel.

Já os participantes da OCUPAÇÃO #3 foram os projetos Aprendendo a Errar, Coralina, Julie Dias e Maternativa. Segundo Ana Luiza Meigger, criadora desta última iniciativa ao lado da sócia Júlia Vianna, “sem esse apoio, talvez não tivéssemos enxergado o potencial do nosso trabalho e quão capazes somos”.


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