O encontro


Uma noite agradavelmente perfeita. O relógio marca 20h54 e cá estou em um dos restaurantes mais fofos da Rua Augusta. Lá fora, o termômetro deve indicar uns 17ºC, mas aqui dentro está bem quente... Deve ser por causa das velas no centro de cada mesa... E também pela ansiedade de esperar a chegada do boy.

Tínhamos combinado de nos encontrar às 21h, ele chegou com sete minutos de atraso, mas dentro do prazo de tolerância (capricornianos odeiam atrasos haha).

Preciso abrir um parêntesis para dizer que ele é um homem extremamente lindo. Braços fortes e fechados de tatuagem, cabelo castanho escuro com uns fiozinhos grisalhos e aquela barba por fazer que eu tanto gosto.

Iniciamos todo aquele ritual de conversar sobre nossos empregos, nossas famílias, coisas que gostamos e tudo mais, enquanto comemos um ceviche maravilhoso e tomamos uma garrafa de algum vinho meio seco, meio suave – não sei direito, porque não sou sommelier, mas sei que não gosto de vinho seco e esse é, só que não muito.

Saímos do restaurante por volta das 23h e fomos para a casa dele. Já no local, eu brinquei com o dog dele, antes de ele colocá-lo para dormir. Enquanto ouvíamos uma música, tomamos uma cerveja e fumamos um charuto (mentira, foi uma erva mesmo, mas achei mais chique deixar assim hahaha).

De lá fomos para o quarto e não preciso dizer nada além de que foi excepcionalmente incrível. Uma foda acima da média...

Agora me pego sentada, parada, pensando se vai rolar de novo, se voltarei lá para pegar meu relógio que deixei em cima do criado-mudo e até um pedacinho do seu coração.

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