Um centro de inspiração chamado Avenida Paulista

Qual foi a última vez que esteve nesse emaranhado cultural chamado Avenida Paulista? Não apenas “uma passadinha”, mas quando esteve lá para tomar uma cerveja, um café, ir a uma livraria ou... simplesmente se inspirar?


Cores, luzes, prédios, pessoas... ali é o ponto em que tudo se junta. Alguns dizem que é um choque cultural. Outros, que o choque verdadeiro é quando você vai à Avenida Paulista e apenas observa, deixando que as pessoas passem por você.

Artistas de rua, funcionários de ONGs, metaleiros, empresários, o Índio Chiquinha... Você tem noção do quanto a Paulista pode nos inspirar e ensinar? A começar pelo fato de não julgar. Se você torceu o nariz só de se imaginar perto de algum artista de rua, metaleiro ou qualquer outro tipo, então talvez seja legal você adotar um outro olhar. Afinal, o que impede essas outras pessoas de torcerem o nariz se te virem por lá?

Foto: Tarla Prado
Eu, como um escritor iniciante, adotei a Paulista como um dos principais pontos da minha história. Não por ser necessariamente um ponto cultural, mas porque eu amo a Paulista, mesmo sem frequentá-la constantemente. O cenário me inspira. As diferenças que lá habitam me inspiram. Essas são algumas das razões de que todo artista deveria gastar alguns minutos do seu dia para ir até lá e observar. Muita coisa boa pode sair de um olhar. Uma poesia, um conto, um romance. Quem sabe um desenho? Um projeto social? Aquele lugar pode ser bem contagiante com inspirações, sério.

Agora, que tal um passeio até a Paulista?

Sorria. Respire. Inspire-se.


Foto: Tarla Prado
Nerd desde as vidas passadas e escritor em formação. Apesar de ser graduado em Design Digital, decidiu seguir pelo caminho da escrita e da escultura (sem deixar os freelas de design de lado). Diz que a leitura é o melhor caminho para afiar a mente de uma pessoa. É autor da futura série de livros Herdeiros das Estrelas.

@danielrenatini

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