#Entrevista6 - Bruno Malucelli: o aquariano mais galã que vocês respeitam


 
Quando dizem que aquarianos são muito livres e cheios de sonhos, que não ligam para o que vão dizer e dão a cara a tapa mesmo, saem para o mundo, estão todos certos, prova disso é o nosso entrevistado de hoje: Bruno Malucelli.

Aos 18 anos de idade, ele saiu de Londrina, no Paraná, para buscar seus sonhos aqui em São Paulo. E parece que deu certo. Na verdade, está dando muito certo. Hoje, com 24 anos, ele é cantor e ator. Estrelou a série “Fanáticas”, que será exibida pela TV Cultura no meio do ano e já está gravando a série Academia de Estrelas, da Band, na qual será o protagonista. Isso mesmo, o PROTAGONISTA, gente!

E já que em uma boa entrevista não podemos deixar de mergulhar a fundo no assunto - nesse caso, o Bruno - não podíamos deixar de fazer o mapa astral do gato, não é mesmo?

Já sabemos que o Sol dele é em aquário. Aí vocês param e pensam: "eiiiita, aquarianos não costumam entrar em relacionamentos sérios, é meio contra o lema de vida deles". De fato, é sempre bom tomar cuidado quando queremos algo a mais com aquarianos hahaha, mas prestem atenção no resto das casas astrológicas...

A Lua de Bruno é em câncer, ou seja, muuuuuuito amor, com aquela pitada de drama, óbvio. Por isso, arriscar-se em um namoro com ele não seria um tiro tão grande no pé. O que ajuda ainda nessa parte é sua Vênus em áries. Como Vênus é o que rege a parte amorosa de nossas vidas, ser em áries quer dizer que ele tem muito amor para dar, pode ser até bastante romântico, é só não dar aquela estressadinha em sua paciência.

Muito bom falar disso, porque o Ascendente do gato é em áries também. Gente, tomem cuidado com tudo o que for falar ou dizer a ele, o pavio deve ser curto que só hahaha.

Agora que vocês já conhecem a parte principal do mapa astral dele e, talvez, nem precisassem da entrevista para conhecê-lo hahaha, o À Paulista bateu um papinho com o galã. Confiram!


- Quantos anos você tinha quando veio de Londrina para São Paulo?

Eu tinha por volta de 18 anos quando me mudei de Londrina pra São Paulo. Vim fazer faculdade de Publicidade e Propaganda na ESPM. Mesmo já sabendo que meu foco era a carreira artística, resolvi (e fiz um trato com meus pais haha) ter um diploma acadêmico num curso que pudesse me ajudar na carreira. 

Me formar em publicidade e propaganda foi ótimo porque me deu uma visão de mercado e planejamento de carreira que eu não tinha como artista. Tirando a vivência universitária de amigos e trabalho que foi importante pro meu desenvolvimento não só como profissional mas como pessoa.

- Qual foi a primeira coisa que pensou quando veio para cá?    

A primeira coisa que eu pensei foi: Vixi, vou ter que aprender a fazer mais do que ovo frito e brigadeiro. Hahaha brincadeira, eu estava ansioso com a vida nova, mais responsabilidades e liberdade, mas sempre tive muito apoio da minha família e meus amigos que fiz aqui em São Paulo.
   
- A adaptação foi muito difícil?

Eu vim morar em São Paulo sem conhecer quase ninguém, até tinha um receio de me sentir sozinho, mas logo fiz um grande amigo, o Renato Zanon, que veio dividir o apê que alugamos aqui em São Paulo. Ele também é músico então a casa era uma "somzera" só (nem sempre os vizinhos gostavam). Mas foi tranquila a adaptação porque fui fazendo vários amigos.

- Você já atua há 10 anos, certo? Quando decidiu que queria ser ator?

Na verdade eu canto e componho há 10 anos. O amor pela atuação veio bem mais tarde pra mim, já com 19 para 20 anos, quando comecei a me interessar mais pela área e vi que a careira de ator acabava ajudando na de cantor por proporcionar mídia e visibilidade fazendo com que as pessoas conhecessem meu trabalho.

- E como você classifica esse amor pela música?

Com certeza a música veio antes que tudo na minha vida. Não sei nem explicar, desde que me entendo por gente eu amo cantar e tocar instrumentos. 

Tem uma história engraçada que minha professora de música do jardim de infância contava: Como as crianças eram muito pequenas, nem todas se interessavam por música e acabavam se dispersando na aula. Algumas tiravam uma soneca, outras brincavam com o amiguinho, mas eu, ela me dava um tamborzinho e eu ficava tocando no tempo da música que ela tocava, isso com uns 3 ou 4 anos de idade. Eu não lembro mas não duvido, sempre gostei de batucar, cantar e, posteriormente, tocar violão que é meu instrumento principal.


- Você disse que prefere o formato de show em pocket. Por que é tão importante para você estar perto e em contato com o público?           

Eu gosto muito desse formato de show, principalmente porque comecei minha carreira nos barzinhos, só eu e o violão. Me sinto mais livre para fazer repertório e tocar as músicas da forma que eu achar melhor. Mas o motivo principal é poder estar mais perto das fãs, poder mostrar minha verdade e meu som da maneira mais pura, da maneira que minhas músicas foram escritas, em voz e violão. Poder ter este contato mais próximo num formato mais intimista como o pocket show é um presente pra mim.

- Sua realização profissional é maior como ator ou como cantor? Por quê?

Legal essa pergunta! Graças a Deus que consegui ter conquistas nas duas áreas, e ainda quero conquistar muito em ambas! Como cantor já gravei dois discos com composições próprias, fiz clipes, tive oportunidade de ir em muitas entrevistas em TV e rádio e fizemos muitos shows. Como ator fiz trabalhos de publicidade, fui protagonista em uma série de TV chamada "Fanáticas", que está para sair na TV Cultura no meio desse ano, também estou gravando a série "Academia de Estrelas". Não sei dizer ao certo qual realização eu considero maior, mas estou feliz com o que venho realizando e espero realizar ainda mais.

- Quais bandas/cantores você recomenda para os fãs?

Vou aproveitar para falar das minhas influências musicais: Na parte mais clássica eu citaria o Rei Roberto Carlos, pela forma que ele conseguiu atravessar gerações com letras inteligentes e apaixonantes, afinal, ele é o grande cantor romântico do nosso país.

Já minha maior influência atual é o Luan Santana, pela forma com que ele consegue misturar as influências do pop e do sertanejo (o que também tento fazer no meu som) e por conseguir passar emoção e amor pelas suas músicas. Acho muito bonito o que ele consegue fazer.

Como referência internacional gosto muito do John Mayer, escuto suas músicas desde pequeno e como ele toca violão e se apresenta de forma acústica, me influenciou muito nessa pegada de me apresentar voz e violão.

Além deles posso citar: Jorge e Mateus, Tiago Iorc, Jason Mraz, Nando Reis, Bruninho e Davi, a lista é grande.

Pra finalizar eu diria para a galera conhecer o som de uma banda australiana que gosto bastante: The Beatiful Girls.

- Essa é porque vamos expor seu mapa astral para as fãs: você acredita em astrologia?

Eu não entendo muito do assunto, mas gosto quando surgem as conversas do perfil de cada signo, Ascendente e tudo mais. Fico impressionado como faz sentido, tenho curiosidade de entender mais afundo sobre como funciona a relação dos signos com as pessoas.


- O que São Paulo representa pra você?

São Paulo, pra mim, representa a cidade das oportunidades. Mudou minha vida vir morar aqui, amo essa cidade.

- Qual lugar de SP é sua cara?

Eu gosto muito de vários lugares aqui de Sampa, mas um em especial, que é pertinho de casa, é o Ibirapuera. Sempre que estou com a cabeça cheia vou lá dar uma volta ou tocar violão. A paisagem, o sossego e o ar fresco ajudam a gente a botar as ideias no lugar.

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