Sobre surpresas, delícias e um mestiço de olhos claros

Sabe quando você não espera muita coisa de alguma coisa e ela acaba te surpreendendo? Foi exatamente isso que aconteceu com esse sexo, e que bom!

Para início de conversa, foi um sexo casual e repentino. Caiu de paraquedas no meu dia cansativo de trabalho e eu não recusei, porque nunca recuso sexo. (Adendo para: nunca recuso sexo com pessoas que conversam bem, têm aquela beleza por dentro e por fora, Temer, e afins. Se não já vão achar que podem me estuprar por aí, e isso não está certo).

Nunca tinha transado com esse boy antes, nem fazia ideia de como seria, ninguém nem me prevenia (vai ter referência de música do Emicida, sim). Eu tanto não sabia o que esperar, que estava até nervosinha...

Tinha que sair do trabalho e ir à faculdade ainda buscar os convites da minha colação de grau. O mestiço dos olhos claros passaria lá para me buscar. Ufa, meu amigo estava no bar do lado, fiquei esperando a transa tomando uma cervejinha com ele e isso ajudou a baixar um pouquinho a pressão.

Ele chegou e ainda ficou para beber com a gente. Gosto de pessoas que interagem com meus amigos. Ganhou vários pontos extras só aí.

Depois de um tempinho fomos para o motel, e que tal pular já para a parte em que estamos nos pegando dentro do quarto? Opa, sim, sim! Então venham comigo...

As paredes eram brancas, assim como tudo o que tinha lá dentro. Nós estávamos morrendo de calor, não só por causa do tesão que sentíamos, mas também pelos copinhos de cerveja que tomamos (risos). Ele ligou o ar-condicionado na temperatura mais baixa – 19ºC – e veio para cima de mim.

Começamos a nos pegar bem gostoso, na ponta da cama, em pé. Ele tirou minha regata, eu tirei a camiseta dele. Tirei minha calça, a dele, as peças íntimas – na verdade eu não lembro a ordem, porque estava tão intenso que nem deu tempo de ver. 

Dei uma chave de perna nele (risos) e ele me pegou no colo. Ele sentou na cama e eu nele. Genteeen, que calor! Eu por cima dele, sentando bem gostoso. Nossa, que tesão.
Enquanto eu sentava e rebolava, ele me batia, me enforcava, apertava meus seios. Eu ia à loucura.

Pouco depois, ele veio por cima e começou a mostrar mais ainda para que veio ao mundo. O moço do sorriso lindo e largo metia bem forte, bem gostoso. Me batia, na bunda e na cara. Eu arranhava suas costas, seu pescoço. Meu pescoço ele enforcava.

Comigo em posição de frango assado ele metia mais, e mais, e mais, e batia uma bem feita para mim (é tetra, Brasil. Um homem que achou a clitóris e soube brincar com ela). Eu gemia, ele me batia. Eu gritava, ele tampava minha boca.

O sexo estava maravilhoso, um dos melhores que já tive na vida, de verdade. Nota 10 para essa performance!

Como tudo o que é gostoso não é perfeito, o homem da vez começou a ter cãibras. Acho que foi só por causa disso que paramos de transar. Podem apostar que certamente estaríamos lá ainda (risos).

Ele se deitou em cima de mim e ficamos lá, deitados, conversando. Só que aquele ar-condicionado em 19ºC, em cima da gente, começou me dar frio, minhas mãos e pés ficaram gelados. Ele continuava suado, mas desligou o aparelho por minha causa.

O mestiço do cabelo claro levantou-se e foi tomar banho, eu fui em seguida. E a próxima seguida foi direto para casa, apenas pensando em como eu só tinha ido por ir e acabei voltando feliz.

 Este texto foi escrito com a ajuda, em detalhes, do personagem coadjuvante (risos).

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