Review do Budweiser Basement


Acabou ontem o Budweiser Basement, evento da cerveja que já existe há 141 anos e proporcionou uma experiência única e inigualável aos seus apreciadores.
O À Paulista não ficou de fora, como vocês já viram nesse post, e convidou alguns amigos para vivenciarem tudo isso junto. Cada um deles acabou se identificando mais com alguma atração do que outra e contam como foi, vejam só:

Quadra de basquete


Adorei a quadra de basquete. Logo quando você entra no local as duas primeiras coisas que te chamam a atenção são o telão e a quadra. Entrei e já falei para meus amigos: vou jogar ali. Ela não só traz entretenimento para a ação da Bud, como também incentiva o esporte. O estilo da quadra, que parece que veio de um bairro de Nova Iorque, acrescenta muito ao streetwear que o ambiente traz pra você.

Texto de Vinícius Martins, publicitário










Barbearia


Sempre antes de ir pra algum rolê, questionamos algumas coisas sobre a noite, o lugar, as condições, as pessoas, e sobre nós mesmos. Como será a música? O ambiente é bacana?  Quanto custam as bebidas? Tenho roupa pra ir? Como está o meu cabelo? 

Eis que recebi um convite das meninas do À Paulista pra uma festa em plena terça-feira. Todas essas questões vieram na minha cabeça, e a cada informação, a resposta mais cabível era um “VAMOS SIM”. Era um open bar. De Budweiser. De graça. (só por essas informações já é um rolê com cara de sucesso, não?). A música era mais um plus agradabilíssimo – um rockzinho gostoso + show do Thiago Pethit. A roupa a gente resolve, porque chega um momento da vida em que conseguimos imprimir nosso estilo em qualquer camiseta preta. Agora o cabelo, meus amigos, era uma grande preocupação. 

Ele estava em uma situação insustentável – eu já tinha desistido de arrumar ele dois meses atrás – e até o boné ficava volumoso, com tanto cabelo revoltado ali embaixo. Mas eu te pergunto: quem deixaria essa noite com benefícios maravilhosos passar por causa de um cabelo inarrumável? Eu não.

É uma noite de verão agradável, pessoas interessantes na fila e uma porta de garagem. Quando dá o horário de entrar, a primeira surpresa da noite: o lugar é maravilhoso. Um galpão com uma cara de urbano-conforto, onde tudo expressa um estilo despojado, uma meia-quadra de basquete, bares etc etc E TCHÃ-RAM: um cômodo com o letreiro de “Tattoo” e outro de “Barbershop”. Quer dizer: seria o fim do meu problema com meu cabelo. E dentro de uma festa. Open bar. 

Como funcionava: era só chegar, agendar um horário – um pouco concorrido, ou seja, sempre bom chegar cedo – e a forma de pagamento: uma foto no Instagram com as hashtags do evento #BudBasement e da barbearia #BarbeariaCorleone. (Me senti bem blogueirinha sim pagando um corte com uma foto).  

A Barbearia Corleone é conhecida por ser um ambiente confortável, onde você pode fazer a barba, cortar o cabelo, tudo acompanhado de uma boa cerveja gelada. E ali na Budweiser Basement o clima era o mesmo. Chegou meu horário, sentei na cadeira e em pouco tempo (foi realmente rápido) sai com um visual digno de uma festa bacanuda. Cortei o cabelo com a minha cerveja, uma música boa – e alta – tocando, e sem gastar 1 mísero golpinho.No fim, todas as minhas questões iniciais sobre a noite foram resolvidas e foi uma daquelas festas que a gente guarda no coração. Obrigado meninas d’A Paulista, obrigado Budweiser, obrigado Barbearia Corleone.

Texto de Matheus Moreira, fotógrafo











Hamburgueria



A Tradi é uma hamburgueria renomada, mas nunca tinha visto em algum evento grande como a Budweiser Basement. Se for comparar a quantidade de pessoas que frequentam, por dia, o local com a de pessoas na festa, não deixaram nada a desejar, trabalharam com a mesma eficiência e qualidade. 

O pão estava quente, eles chapearam muito bem, o hambúrguer estava no ponto exato, tinha a emulsão cremosa de dois tipos de queijo (que eles não especificaram quais eram, mas estava muito bom) e peperone moído. Estava sensacional!

Texto de Pedro Castro, radialista 










Palco



Esquece aquele lance de ter que ficar nas pontas dos pés ou apertar o zoom do celular pra enxergar o show, no Budweiser Basement, o palco está perto de onde tem que ficar: do público. Na terça-feira (14/2), assistimos ao show do final da turnê Rock n' Roll Sugar Darling do Thiago Pethit (não, não somos parentes) e entendemos qual é a sensação dos shows em pub's estrangeiros: Ouvir a música sem atraso e sentir todas as vibrações de uma guitarra nos braços ao ficar tão perto do artista sem esforço ou aperto. Fora que ainda, no meu caso, dividir um gole de cerveja com o cantor e arriscar umas notinhas em uma dividida de microfone com ele, foi sensacional. Sem mais, o Budweiser Basement cumpre o que promete: sensações exclusivas e cerveja gelada.
Texto de Wellington Petit, design gráfico











Tatuagem



O Baganos tatuou em um dos dias de evento e que foda! Ele ficou em primeiro lugar no Tattooweek como melhor tatuador. Além de tudo isso, ele é um dos melhores nos estilos de lettering, criminal e chicana. Levar um cara desse para o Budweiser Basement é não só mostrar mais o trabalho dele, mas também torná-lo mais acessível ao público.
Texto de Roberto Ghirlanda, publicitário 










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